Adenoamigdalectomia
Leitura econômica do procedimento
Resumo do produto
| Elemento | Referência do produto |
|---|---|
| O que é o produto | Custo de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital |
| Base técnica | Base técnica Evodux de adenoamigdalectomia · versão 1.1 · data-base out/2026 |
| Procedimento | Amigdalectomia palatina bilateral associada à adenoidectomia no mesmo tempo cirúrgico, em criança, em caráter eletivo |
| Códigos TUSS | 30205034 · Adeno-amigdalectomia (Rol ANS). CBHPM 3.02.05.03-4, porte 7A na 5ª edição; porte anestésico e número de auxiliares a confirmar |
| Especialidade | Otorrinolaringologia |
| Escopo hospitalar | Componente hospitalar do episódio; sem OPME no caso índice |
| Honorários médicos | Não incluídos no custo hospitalar (cirurgião otorrinolaringologista, auxiliar e anestesiologista) |
| Preço de referência Evodux | R$ 3.464,94 (apartamento standard) · R$ 1.749,49 (enfermaria) |
| Permanência | 1 diária de acomodação (observação noturna), alta em até 24 horas; UTI não programada |
| OPME | Não aplicável no caso índice |
| Código e data-base | Código Evodux EVX-ORL-ADA-01-CPH · versão 1.1 · data-base out/2026 |
Como utilizar este produto
Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.
Verifique se os pacientes do hospital correspondem à adenoamigdalectomia pediátrica eletiva por distúrbio respiratório do sono, sem OPME, sem UTI programada e com alta em até 24 horas, que serve de referência ao custo.
Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.
Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.
Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.
Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.
Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.
Origem de cada informação
Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.
Caso índice clínico
Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.
| Premissa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Paciente de referência | Criança de 5 anos, idade utilizada exclusivamente como referência de modelagem; ASA I ou II |
| Peso | 18 kg, peso de referência para as quantidades de medicamentos do caso índice |
| Condição clínica | Distúrbio respiratório do sono por hipertrofia adenoamigdaliana, com indicação de adenoamigdalectomia definida pelo cirurgião; a diretriz recomenda a amigdalectomia para apneia obstrutiva documentada por polissonografia [C1] (KAS 7), e a indicação no caso índice é decisão clínica; procedimento eletivo; criança clinicamente estável |
| Comorbidades | Sem apneia obstrutiva grave e sem distúrbio de coagulação (exclusões de modelagem). Também sem as condições em que a diretriz recomenda polissonografia antes da cirurgia: menor de 2 anos, obesidade, síndrome de Down, anomalia craniofacial, doença neuromuscular, anemia falciforme ou mucopolissacaridose (KAS 5) [C1]. Nesses casos a jornada pode mudar |
| Procedimento | Amigdalectomia palatina bilateral extracapsular associada à adenoidectomia no mesmo tempo cirúrgico |
| Códigos de referência | TUSS 30205034 (Adeno-amigdalectomia, Rol ANS); CBHPM 3.02.05.03-4, porte 7A na 5ª edição, porte anestésico e número de auxiliares a confirmar. Códigos relacionados: 30205042 (Adenoidectomia), 30205050 (Amigdalectomia das palatinas) e 30205026 (revisão cirúrgica) |
| Técnica anestésica | Anestesia geral balanceada: indução inalatória por máscara com sevoflurano, acesso venoso após a indução, propofol e fentanila para a intubação orotraqueal com tubo com balonete, manutenção com sevoflurano, sem bloqueador neuromuscular. Premissa de modelagem, sem fonte específica no produto para a escolha da via aérea |
| Técnica do procedimento | Abridor de boca; amigdalectomia por dissecção extracapsular a frio, com hemostasia por eletrocautério bipolar e ligadura quando necessária; adenoidectomia por curetagem, com retração do palato mole por sonda e tamponamento com gaze. Na auditoria nacional citada, com adultos e crianças, a dissecção a frio com bipolar só para hemostasia teve mais sangramento que a técnica a frio sem diatermia (OR 1,57), e as técnicas com diatermia bipolar para dissecção tiveram razões de chance maiores (2,47 e 3,20) frente à mesma referência [C2]. Técnica, método de hemostasia e curetagem são premissas de modelagem; a decisão é do cirurgião |
| Antibiótico | Não administrado: a diretriz recomenda não usar antibiótico perioperatório na amigdalectomia [C1] (KAS 10), em linha com a revisão Cochrane [C3] |
| Corticoide | Dexametasona intravenosa em dose única intraoperatória [C1] (KAS 11) [A3]. Os estudos usaram de 0,15 a 1,0 mg/kg [A3]; a dose é do anestesiologista; o produto precifica a ampola |
| Analgesia | Dipirona e ibuprofeno, sem codeína, que a diretriz recomenda não usar em menores de 12 anos [C1] (KAS 14); morfina só como resgate condicional |
| OPME | Não aplicável no caso índice |
| UTI | Não programada; zero diária de UTI no caso índice |
| Permanência prevista | 1 diária em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 24 horas da admissão. Para criança de 5 anos sem apneia grave, a diretriz não exige pernoite (a KAS 12 recomenda a monitorização noturna para menores de 3 anos ou apneia grave) [C1]: a diária é premissa institucional de custeio |
Jornada e permanência do caso índice
| Etapa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Admissão | No dia da cirurgia, com o responsável, em jejum conforme o protocolo anestésico, com consulta, exames e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo |
| Sala cirúrgica | Até 1,5 horas, da entrada na sala à saída: indução inalatória, acesso venoso, intubação, adenoamigdalectomia, revisão da hemostasia e despertar |
| Recuperação (RPA) | Até 1 hora após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação |
| Unidade de internação | Apartamento standard ou enfermaria com acompanhante: analgesia sem codeína, hidratação venosa até a aceitação de líquidos, dieta líquida fria liberada após o despertar, vigilância de sangramento e de respiração, com oximetria contínua quando houver uso de opioide |
| UTI | Não programada. Transferência somente por intercorrência (sangramento com instabilidade, evento respiratório), tratada como evento fora do caso índice |
| Alta | Premissa de custeio: alta em até 24 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: dor controlada com analgesia oral, sem sangramento, ingerindo líquidos, respiração sem esforço e criança acordada, com orientações aos responsáveis (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta |
| Total do episódio | 1 diária de acomodação · 0 diária de UTI · 1,5 horas de sala · 1 hora de recuperação |
Como o caso índice deve ser usado
O caso índice é a referência do custo deste produto: adenoamigdalectomia eletiva em criança de 5 anos, sem apneia grave e sem comorbidade relevante, sem OPME, sem UTI programada e com permanência de até uma diária. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.
Amigdalectomia ou adenoidectomia isoladas, criança menor de 3 anos, apneia obstrutiva grave, obesidade ou síndrome associada, revisão cirúrgica por sangramento, associação com timpanotomia para tubo de ventilação ou outro procedimento, uso de ponteira de coblação ou outra tecnologia descartável, UTI programada ou permanência prevista acima de uma diária descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.
Protocolo anestésico
Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Avaliação e preparação | Confirmar o enquadramento no caso índice, a ausência de apneia grave, o jejum e o plano anestésico, com o responsável presente. | Avaliação antes da anestesia. Líquidos claros permitidos em criança de baixo risco até cerca de 2 horas antes [A2]; leite materno, fórmula e sólidos conforme o protocolo institucional (diretriz ASA de 2017, não conferida nesta revisão). |
| Monitorização | Monitorizar oxigenação, ventilação com capnografia e circulação durante toda a anestesia, e temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. | Cardioscopia com eletrodos pediátricos, oximetria com sensor pediátrico, pressão não invasiva, capnografia e temperatura [A1]. Sensor de oximetria, linha de amostragem da capnografia, manguito pediátrico e sensor de temperatura não estão na composição de itens: tratados como reutilizáveis da estrutura da sala, a confirmar pelo hospital. |
| Indução inalatória | Induzir com sevoflurano por máscara facial, com a criança acompanhada até o início da indução. | Sevoflurano e máscara facial descartável pediátrica. |
| Acesso venoso | Puncionar acesso venoso periférico após a indução e montar infusão com controle de volume. | Cateter 22G, equipo com bureta e torneira de 3 vias. |
| Intubação | Aprofundar a anestesia por via venosa e intubar a traqueia, sem bloqueador neuromuscular na configuração de referência. | Propofol, fentanila, tubo endotraqueal 5,0 mm com balonete, filtro trocador de calor e umidade pediátrico e fita para fixação. Escolha da via aérea sem fonte específica no produto: premissa a validar pelo responsável técnico. |
| Manutenção | Manter anestesia inalatória com complemento de opioide conforme a resposta. | Sevoflurano. |
| Corticoide e profilaxia de vômito | Administrar dexametasona em dose única no intraoperatório e associar antiemético. | Dexametasona [C1] (KAS 11) [A3] e ondansetrona. A profilaxia multimodal consta do consenso [A4]; a combinação pediátrica específica não foi conferida no texto integral, premissa de modelagem. |
| Antibiótico | Não administrar antibiótico profilático de rotina. | Nenhum. Recomendação contra antibiótico perioperatório [C1] (KAS 10) [C3]. |
Suporte durante e ao fim da anestesia
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Analgesia intraoperatória | Iniciar a analgesia antes do despertar, sem codeína. | Dipirona [P4]: evidência limitada a 2 ensaios; dose a critério do anestesiologista. |
| Hidratação | Manter reposição com cristaloide isotônico durante a cirurgia. | Ringer com lactato, 1 frasco de 500 mL, com volume controlado pela bureta. Reposição intraoperatória sem fonte específica no produto (a diretriz de fluidos trata da manutenção) [P1]. |
| Despertar e extubação | Aspirar a orofaringe sob visão, conferir a hemostasia e extubar a criança com reflexos presentes. | Sondas de aspiração traqueal nº 8, seringas e agulhas de preparo. |
| Transferência | Transferir para a recuperação com oxigênio e monitorização. | Monitorização da recuperação, na estrutura da RPA. |
Precificação do protocolo anestésico
Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo anestésico
Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.
Configuração anestésica e aderência bibliográfica
Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.
Protocolo do procedimento
Adenoamigdalectomia do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.
Preparo e posicionamento
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Posicionamento | Posicionar a criança em decúbito dorsal com coxim sob os ombros e cabeça estendida, e instalar o abridor de boca. | Abridor de boca, coxim e instrumental reutilizáveis, na estrutura da sala e da CME. |
| Campos e paramentação | Montar o campo estéril em torno da face e paramentar a equipe. | Campos cirúrgicos estéreis, aventais e luvas. |
| Contagem inicial | Registrar a contagem de gazes antes do início. | Gazes contadas, na mesma composição do tamponamento. |
Amigdalectomia
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Incisão e dissecção | Incisar a mucosa do pilar anterior e dissecar cada amígdala no plano extracapsular com instrumental frio. | Lâmina nº 12, instrumental frio reutilizável e aspiração. Técnica a frio com hemostasia bipolar: mais sangramento que a técnica a frio sem diatermia (OR 1,57); técnicas com diatermia bipolar para dissecção tiveram razões de chance maiores, em adultos e crianças [C2]. |
| Hemostasia | Controlar o sangramento da loja com eletrocautério bipolar, compressão com gaze e ligadura quando necessária. | Pinça bipolar reutilizável e gerador da sala, gazes e fio absorvível 3-0 (item condicional). |
| Aspiração | Manter o campo limpo com aspiração contínua. | Aspirador cirúrgico com cânula de Yankauer e extensão. |
Adenoidectomia, revisão e encerramento
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Retração do palato | Tracionar o palato mole com sonda passada pela narina para expor a rinofaringe. | Sonda uretral nº 8. |
| Curetagem | Remover a adenoide com cureta e tamponar a rinofaringe com gaze até a hemostasia. | Curetas reutilizáveis e gazes. Curetagem sem fonte específica no produto: premissa de modelagem. |
| Revisão da hemostasia | Retirar o tamponamento, revisar as lojas e a rinofaringe, irrigar e aspirar. | Cloreto de sódio 0,9% e aspiração. |
| Contagem final e transferência | Conferir a contagem de gazes e a retirada do tamponamento, retirar o abridor e liberar para o despertar. | Registro da contagem no prontuário. |
Precificação do protocolo do procedimento
Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Precificação da OPME
O caso índice não usa OPME. Esta página registra a regra econômica para configurações que usem material especial ou OPME.
Não há item de OPME na referência Evodux deste procedimento. Com o protocolo institucional ativo, o hospital pode incluir aqui um material especial ou OPME que utilize, com quantidade e custo próprios.
- Abridor de boca, curetas e instrumental reutilizáveis
- Pinça bipolar reutilizável e gerador de eletrocautério da sala
- Fios, gazes e materiais listados no protocolo do procedimento
- Ponteira descartável de coblação (radiofrequência)
- Lâmina descartável de microdebridador
- Bisturi ultrassônico ou pinça descartável de selagem de vasos
- Hemostático tópico ou selante de fibrina
Composição detalhada da OPME padrão
| Componente | Qtd. | Especificação de referência | Linha de custo |
|---|---|---|---|
| Nenhum componente de OPME | 0 | A técnica do caso índice (dissecção a frio, hemostasia bipolar com instrumental reutilizável e curetagem) não utiliza órtese, prótese ou material especial descartável | Não aplicável |
Linha mantida para registrar que a ausência de OPME é premissa do caso índice.
Como interpretar a OPME
A configuração desta versão é a referência econômica do caso índice: adenoamigdalectomia com instrumental reutilizável, sem OPME. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como técnica obrigatória nem como recomendação clínica universal.
Coblação, microdebridador, bisturi ultrassônico, selagem de vasos e hemostáticos tópicos representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente. A auditoria nacional citada observou mais sangramento quando a diatermia foi usada para a dissecção [C2]; ela não é base para comparar coblação ou bisturi ultrassônico neste produto; a escolha da técnica é do cirurgião.
Referências bibliográficas do protocolo do procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.
Protocolo pós-procedimento
O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Recuperação após a cirurgia (RPA) | Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação. | Monitorização, oxigênio quando necessário e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital. |
| Analgesia | Manter analgésico e anti-inflamatório em horário fixo, sem codeína; opioide só como resgate. | Dipirona [P4] e ibuprofeno [C1] (KAS 13). A revisão Cochrane não exclui aumento do risco de sangramento com anti-inflamatório e mostra menos vômito [P2]: divergência a decidir pelo responsável técnico. A diretriz recomenda não usar codeína em menores de 12 anos [C1] (KAS 14); horário fixo é premissa de modelagem; tramadol não incluído, premissa de modelagem com restrição regulatória a confirmar. |
| Resgate de dor | Usar opioide só se a dor não ceder, com oximetria contínua. | Morfina como item condicional. Em crianças com apneia obstrutiva, saturação mínima mais baixa associou-se a menor necessidade de morfina [P3]; dose a critério médico. |
| Náusea e vômito | Tratar vômito com antiemético de resgate, de preferência de classe diferente da profilaxia. | Dimenidrinato com piridoxina como item condicional. O consenso trata do resgate [A4]; a regra de classe diferente não foi conferida no texto integral, premissa de modelagem. |
| Hidratação de manutenção | Manter hidratação venosa isotônica até a aceitação de líquidos. | Solução glicofisiológica (cloreto de sódio 0,9% com glicose 5%) [P1]. A diretriz pede também cloreto de potássio adequado; o potássio não está precificado e segue a prescrição. A duração até a aceitação de líquidos é premissa de modelagem. |
Internação, alta e continuidade assistencial
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Vigilância de sangramento | Inspecionar a orofaringe, observar vômito com sangue e deglutição frequente, e registrar o sangramento primário. | Avaliação de enfermagem e do cirurgião [C1] (KAS 15a). Sangramento primário relatado de 0,2% a 2,2% [C1]. |
| Vigilância respiratória | Observar a respiração durante o sono, com oximetria contínua quando houver opioide. | Oximetria com o sensor do procedimento. Premissa de modelagem. |
| Dieta e acompanhante | Liberar líquidos frios assim que a criança estiver acordada e sem vômito, com o responsável presente. | Dieta hospitalar e acompanhante, incluídos na diária da acomodação. |
| Avaliação de alta | Verificar dor, sangramento, aceitação de líquidos, respiração e estado de alerta, e entregar as orientações aos responsáveis. | Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico. |
| Continuidade após a alta | Orientar analgesia oral, sinais de sangramento e retorno ambulatorial, fora deste custo hospitalar. | Plano de alta e seguimento. |
Precificação do protocolo pós-procedimento
Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.
Custo do procedimento
Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.
Custos operacionais hospitalares
A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.
Custeio do hospital
Tempos e permanência do caso índice
Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.
Modo simplificado
No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.
Resultado do custeio operacional
Acomodação
A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.
Composição de preço do procedimento
Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.
Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .
Precificação do procedimento
Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.
Identificação do procedimento
Premissas de preço do hospital
Composição do preço
Preço por margem
Posicionamento do preço
Preço de tabela do hospital
Códigos TUSS dos itens
Fórmulas aplicadas
Custo do hospital × referência Evodux
Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.
Estrutura do custo: referência Evodux × hospital
Base dos Benchmarks Evodux
Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.
Como o benchmark é construído
Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.
- Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
- Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
- Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
- Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
- Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.
Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3
Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.
Posição da proposta e do custo do hospital
Critérios dos perfis P1, P2 e P3
A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.
Conta hospitalar atual
Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.
Ou informe as médias do faturamento
Médias do período analisado
Composição média da conta faturada
Análise econômica da operação atual
Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.
Pacote particular do procedimento
Orçamento da adenoamigdalectomia para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.
1. Custos-base do hospital
| Grupo | Base de cálculo | Custo unitário (R$) | Origem |
|---|---|---|---|
| Taxa de sala | Custo-hora da sala cirúrgica | ||
| Diária · Apartamento standard | Custo da diária | ||
| Diária · Enfermaria | Custo da diária | ||
| Materiais e medicamentos | Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento | ||
| OPME padrão | Configuração do caso índice | ||
| Exames e avaliação antes do procedimento | Hospital |
| Cirurgião otorrinolaringologista | |
| Auxiliar | |
| Anestesiologista | |
2. Proteção contra intercorrências
3. Premissas de preço do hospital
4. Três opções para o paciente
5. Condições de pagamento
6. Comparação com a conta aberta do hospital
7. Condições do pacote e adicionais
Não incluído no pacote
Preço dos adicionais
8. Orçamento para o paciente
9. Projeção
10. Referências de preço particular publicadas
Fórmulas aplicadas
Análise de conta do procedimento
Transforme contas hospitalares reais da adenoamigdalectomia em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.
Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT
Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.
Como a leitura funciona
XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.
Pacote proposto pela operadora
Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.
Conta aberta × pacote
O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.
Volume
Preço, margem e ponto de equilíbrio
O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.
Margem-alvo
Faixa de negociação
A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.
Cenários e sensibilidade
Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.
Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador
Risco econômico do pacote
No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.
Variabilidade do custo por episódio
Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.
Preparação para negociação
Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.
Cláusulas a pactuar
Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.
Roteiro de implantação
Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.
Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.
Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.
Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.
Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.
Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.
Atualizar kit do procedimento, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.
Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.
Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.
Papéis e responsabilidades
| Área | Responsabilidade na implantação |
|---|---|
| Direção executiva | Patrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante. |
| Direção técnica / clínica | Coordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional. |
| Coordenação de otorrinolaringologia | Valida a técnica do procedimento, os materiais especiais e as justificativas de exceção e reclassificação. |
| Anestesiologia | Valida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados. |
| Enfermagem do centro cirúrgico e da internação | Valida tempos, RPA, vigilância de sangramento e de via aérea, oximetria contínua quando indicada e rotinas de alta. |
| Farmácia e suprimentos | Parametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição. |
| Controladoria e custos | Informa custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado. |
| Faturamento | Parametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens. |
| Qualidade e segurança do paciente | Acompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento. |
| Relacionamento com operadoras | Conduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente. |
Entregas mínimas da implantação
Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.
Governança clínica
Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.
Comitê de governança clínica do protocolo
O que a governança clínica acompanha
| Tema | O que observar | Onde no produto |
|---|---|---|
| Aderência ao caso índice | Episódios custeados como adenoamigdalectomia pediátrica eletiva que não correspondem ao caso índice (idade, comorbidade, AOS grave, procedimento associado). | |
| Aderência ao protocolo | Utilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência. | |
| Tempos e permanência | Tempo de sala acima de 1,5 h, recuperação acima de 1 h e permanência acima de 1 diária. | |
| Materiais especiais | Ponteira de coblação, bisturi ultrassônico ou microdebridador descartáveis, não previstos no caso índice, com justificativa. | |
| Qualidade e segurança | Sangramento pós-amigdalectomia (primário e secundário) com ou sem reabordagem, evento respiratório na recuperação, desidratação, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento. |
Registro de decisões da governança clínica
Aprovação de protocolo divergente
O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.
Primeiro, classificar a divergência
Fluxo de aprovação
- Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
- Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
- Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
- Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
- Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
- Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
- Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
- Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Solicitações de mudança de protocolo
Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.
Protocolo institucional
A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à Base técnica Evodux de adenoamigdalectomia v1.1. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.
Identificação da versão
Alterações em relação à referência Evodux
Onde editar
Indicadores
Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.
Eventos assistenciais do período
Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.
Previsto × realizado
Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.
Dashboards
Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.
Metodologia de precificação Evodux
Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.
- Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
- Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
- Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
- Consolidação do custo do procedimento.
- Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
- Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
- Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
- Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.
Camada econômica do hospital
- Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de adenoamigdalectomia v1.1).
- Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
- Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
- Custo hospitalar total do episódio.
- Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
- Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
- Contexto comparativo pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
- Cenários, variabilidade, risco e volume.
- Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.
Fórmulas
| Grandeza | Fórmula |
|---|---|
| Receita líquida | Faturamento − glosas e ajustes |
| Resultado | Receita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses |
| Margem | Resultado ÷ receita líquida |
| Preço de equilíbrio | Custo ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)] |
| Preço para margem-alvo | Custo ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita) |
| Sala cirúrgica no procedimento | Tempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60) |
| RPA no procedimento | Tempo de RPA × custo-hora RPA |
| Internação | Permanência × custo paciente-dia |
| Equipamento | [(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento |
| Referência Evodux simplificada | 5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação) |
Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 2.818,73, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 3.464,94 em apartamento standard.
Proteção de dados
O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.
Disclaimer e limitações
Premissas, limitações e condições de uso.
Índice de referências
Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.
| Código | Escopo | Referências |
|---|---|---|
| A1-A4 | Protocolo anestésico | ASA monitorização básica (norma) · ASA jejum pré-operatório 2023 (diretriz) · Steward 2011, dexametasona na amigdalectomia (revisão Cochrane) · Quarto consenso de náusea e vômito pós-operatórios 2020 (consenso) |
| C1-C3 | Protocolo do procedimento | AAO-HNSF 2019, amigdalectomia em crianças (diretriz) · Lowe 2007, auditoria nacional de amigdalectomia (coorte prospectiva) · Dhiwakar 2012, antibióticos (revisão Cochrane) |
| P1-P4 | Protocolo pós-procedimento | AAP 2018, fluidos de manutenção (diretriz) · Lewis 2013, anti-inflamatórios e sangramento (revisão Cochrane) · Brown 2004, apneia e necessidade de morfina (coorte retrospectiva) · Stangler 2021, dipirona (revisão sistemática) |
Protocolo anestésico
Protocolo do procedimento
Protocolo pós-procedimento
Cenários salvos
Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.
Rastreabilidade
Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.